sábado, 6 de dezembro de 2008

Educação responsabilidade de todos

Os homens e mulheres ao longo da história desenvolveram e produziram culturas. Nesse processo houve a necessidade de criar um lugar e um tempo para propagação da aprendizagem e da cultura. Primeiramente, a escola tinha como finalidade exclusiva a transmissão da doutrina cristã, posteriormente o foco era socialização do indivíduo, quando surge valores como a civilidade, a decência, a moderação, a honestidade, o trabalho, etc.No Período tecnicista a escola se voltou para a ciência e a técnica, abandonando os desígnios humanistas dos períodos anteriores, marcados pela transmissão da doutrina cristã e pela socialização moral. É importante destacar que as experiências históricas de cada um desses períodos permanecem ainda hoje impregnadas no nosso imaginário sobre as finalidades da escola.
O conceito que temos de escola não mudou muito, esta é um lugar em que aprendemos as normas de como se vivi em sociedade, como se adequar a algo pré-estabelecido.
Segundo o texto de álamo Pimentel a escola é um espaço privilegiado de gestão do conhecimento e a educação um instrumento para a regulação, produção, controle e distribuição do conhecimento.
Que tipo de conhecimento? Infelizmente o conhecimento privilegiado pela escola é o conhecimento enciclopédico e as verdades acumuladas nos livros. Ainda não é valorizado o conhecimento que o aluno traz de suas experiências de vida, pois, o livro didático e os demais instrumentos presentes nas engrenagens da educação escolar, ocupam a cena central das relações entre os indivíduos e o conhecimento. Nesse contexto a educação se traduz como uma repetição mecânica entre perguntas e respostas prontas para a fixação de conteúdos adquiridos em livro didático que ganha centralidade nas interações entre saberes e práticas docentes.
Ainda não é valorizada, de fato, a educação para a valorização do indivíduo, da natureza , da vida, levando em consideração a complexidade, as diferenças individuais, a convivência em grupo que ajuda a pessoa a crescer no aspecto física, intelectual e emocional.
Os espaços na escola se referem tanto ao lugar físico – sala de aula, cozinha, sala dos professores –, quanto ao conjunto de relações entre os diferentes atores que transitam e se relacionam no dia-a-dia da escola, e que ocupam lugares e fazeres hierarquicamente diferenciados. Espaço, nesse sentido, é o lugar de onde se fala ou se cala, lugar carregado de subjetividade, de relações vitais e sociais concretas, palco dos rituais que compõem a cultura da escola.Entender esses conceitos é importante para promover a democratização da escola, ou seja, uma proposta de organização escolar pautada na gestão democrática da escola e na ética do cuidado, isto é, que tenha como propósito ampliar a participação dos atores que tecem o seu cotidiano: educadores, equipe dirigente e pedagógica, equipe técnica e de serviços gerais, familiares, população. A importância da participação de todos no processo educativo é essencial, pois todos devem se sentir responsável pela educação dos alunos para garantir um futuro melhor para a sociedade.
Por: Francisco dos Santos Nascimento.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

os tempos/ Espaço e Gestão Democrática

Segundo Álamo Pimentel e os capítulos 7 e 8 do livro texto a escola tem como objetivo proporcionar, nos diferentes espaços / tempos, aprendizado de processos participativos, ou seja, à escola cabe o papel de assegurar uma formação cidadã às pessoas que lhe são confiadas, embora ela não seja a única instituição social responsável pela educação. Porém para que a escola exerça seu papel político a sua organização deve estar pautada numa gestão democrática que privilegie a participação de todos os segmentos no conjunto das atribuições curriculares e administrativas.Uma escola pode ser organizada de forma democrática ou autoritária. O que importa é que a ela proporcione o aprendizado e o desenvolvimento de valores e conhecimentos que efetivem a formação do cidadão.Quanto a organização a escola diferentemente do que imaginamos, convive com uma gama de diferentes níveis, e portanto, deve adequar-se às necessidades de cada um sem que isso interfira no seu funcionamento e para tal ela precisa desenvolver estratégias que lhe permitam um funcionamento adequado, tanto administrativo quanto pedagógico, sem deixar de levar em consideração os diferentes sujeitos e níveis de ensino que nela estejam inseridos.Portanto, a escola deve e pode criar espaços/tempos que garantam a participação efetiva dos sujeitos e suas diferentes singularidades. Doracy Brandão Coelho

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

SÍNTESE - ELABORAÇÃO DE TEXTO

Para a realização da PCC, fizemos um diário de campo e entrevistas com os sujeitos de duas escolas públicas. A primeira escola foi uma pública Municipal de Ensino Fundamental e a outra uma e a outra uma escola estadual que atende alunos de 5ª ao Ensino Médio.
Analisando as concepções de educação nestas escolas, percebemos grandes divergências, pois alguns acreditam que a educação deve ser voltada para a transmissão do conhecimento, onde o professor é responsável pela educação baseada no currículo escolar, enquanto a formação social deva ser responsabilidade dos pais, pois a escola não pode assumir todas as responsabilidades sem a participação da família.
Quanto aos sujeitos investigados no ambiente escolar percebe-se claramente suas diferenças e individualidades, pois cada sujeito é único e cheio de particularidades e que estas devem ser respeitadas.
Ao que se refere à gestão Democrática ela existe apenas no papel, pois as decisões importantes ficam centradas na direção da escola, independente do que os outros sujeitos que compões o ambiente escolar pensam.
Para que o Projeto Político Pedagógico possa promover uma organização escolar democrática, pautada nos interesses populares é necessário que sua elaboração aconteça de forma compartilhada com a comunidade escolar. É necessário que as necessidades dos indivíduos sejam ouvidas e discutidas para todos juntos consigam solucionar cada dificuldade e que todas as decisões tomadas sejam para se melhorar a qualidade da educação da comunidade escolar.
É importante que se façam reflexões coletivas voltadas para a valorização das ações participativas, e se contemplem todas as opiniões em função de tornar a escola democrática e participativa.
Enquanto fruto de uma Gestão democrática, o PPP deve respeitar a pluralidade de pensamentos e as diferenças presentes, sejam elas políticas ou sócio-culturais.
O projeto temático é uma abertura existente para que se possa repensar a forma de ensinar sem diferenças e sem discriminações. Assim o projeto temático propicia aos professores trabalharem a interdisciplinaridade o que torna a educação algo renovador e aberto a grandes transformações.
Para que a educação seja voltada ao crescimento do individuo, não deve se valorizar uma disciplina mais que as outras, pois cada em particular tem seu valor e devem trabalhar em conjunto, integrando-se e interagindo em busca da harmonia e visando a melhoria da qualidade da educação.
Precisamos estreitar as relações, pois são as diferença que tornam o mundo melhor. O preconceito deve se evitado e a Matemática não pode funcionar na escola como ferramenta de exclusão e sim de transformação.

domingo, 30 de novembro de 2008

PESQUISA DE CAMPO

PESQUISA DE CAMPO - PCC DE ORGANIZAÇÃO ESCOLAR
INTRODUÇÃO
Neste trabalho iremos apresentar dois diários de campos de dois colégios visitados pela equipe e também uma análise dos dados obtidos segundo as idéias apresentados na disciplina de Organização Escolar ministrada pela professora Ana Maria Borges.
1. Dados coletados nas escolas visitadas.
1.1. PRIMEIRA ESCOLA – Escola do Município de Caxias
1.1.1 Colégio visitado
A primeira escola visitada foi uma da rede Municipal de Educação, localizada no bairro Volta Redonda, na periferia da cidade de Caxias – MA.
1.1.2.Dia da visita.
A visita nesta escola foi realizada no dia 13 de outubro, das 9:00 as 11:00 da manhã do referido dia.
1.1.3. Sujeitos da pesquisa.
Foram abordados a pessoa do Diretor, a Coordenadora, professores, alunos e funcionários.
1.1.4 Lugares visitados.
Visitamos a secretaria, a cozinha, salas de aulas e área de lazer dos alunos, sala de leitura, entre outras repartições.
1.1.5. Diário de campo.
A visita solicitada foi feita a uma escola da rede Municipal de Ensino, a qual funciona nos três turnos. No período matutino atende a crianças de 1ª a 4ª série do ensino fundamental, no vespertino as turmas de 5ª a 8ª séries e no noturno a turmas de EJA ( educação de Jovens e adultos) e apenas duas salas de ensino regular 6ª e 8ª séries.
Nesta unidade de ensino a participação da comunidade é pouco significativa, pois os pais na sua grande maioria vão a escola apenas nas reuniões para assinaturas de boletins ou quando são solicitadas para ouvirem reclamações sobre a indisciplina de seus filhos.
No turno matutino os pais são convocados bimestralmente para reuniões de pais e mestres, onde podem conversar com o professor de seus filhos juntamente com os pais dos colegas dos filhos. Para os pais dos alunos do turno vespertino estas reuniões quase nunca acontecem, pois segundo informações a direção não convoca as famílias para tais reuniões, assim as visitas das famílias se restringem apenas as idas de assinatura de boletins ou quando os professores chamam para reclamar do comportamento das referidas crianças.
No que se refere aos alunos do noturno à situação é tanto mais complicada, pois estes vão para a escola depois de um dia exaustivo de trabalho. E devido a exaustão não encontram resistência para passar três hora e meia ouvindo professores alheios a seus problemas, tornando a escola apenas como um refúgio e não como ambiente de formação.
A escola visitada seve de referência para o acolhimento de crianças portador de necessidades especiais, mas mesmo assim ainda encontram grandes dificuldades de aceitação por parte dos professores que reclamam por não terem formação especializada para lidar com as diferenças encontradas e em sua grande maioria reclamam da superlotação das salas de aulas e das dificuldades de atenderem a todos os alunos e terem que dar especial atenção a uma especial.
Atualmente as escolas podem contar com recursos tecnológicos para auxiliar professore e alunos no processo ensino aprendizagem, mas esta escola possui apenas uma televisão e um vídeo para atender 10 salas de aulas e quanto à sala ou laboratório de informática a escola não possui. A escola este ano recebeu um computador para a secretaria e existe uma promessa para que em 2009 a escola receba um kit de laboratório.
O contexto atual da educação e a “nova forma” de ensinar e aprender faz-se necessário a inclusão digital, nossos alunos são diferentes do que nós éramos no passado, hoje se não acompanharmos a evolução tecnológica ficará de fora do campo de trabalho, por outro lado é difícil falar de inclusão se a realidade das escolas públicas não nos permite nem ao menos ter salas informatizadas.
1.2. Segunda escola visitada – Escola Estadual.
1.2.1. Colégio visitado
A segunda escola visitada foi uma escola da Rede Estadual de Ensino que funciona no centro da cidade de Caxias.
1.2.2. Dia da visita.
A visita nesta escola foi realizada no dia 10 de novembro, das 14:00 as 16:00 horas do referido dia.
1.2.3. Sujeitos da pesquisa.
Foram abordados a pessoa do Diretor, a Coordenadora, professores, alunos e funcionários.
1.1.4 Lugares visitados.
Visitamos a secretaria, a cozinha, salas de aulas e área de lazer dos alunos, sala de leitura, laboratório de informática, entre outras repartições existentes na referida escola.
1.2.5. Diário de Campo.
A segunda escola visitada é uma Instituição da Rede Estadual de ensino, funciona no atendo alunos nos três turnos, sendo que no turno matutino oferecem turmas de 5ª série ao 3º ano do ensino médio, o prédio possui 18 salas de aulas, um laboratório de informática, refeitório, uma pequena quadra interna, secretaria, sala de professores, entre outras dependências.
Fomos recebidos pelo diretor da escola em sua sala, explicamos o motivo de nossa visita e conseguimos permissão para falar com todas as pessoas que nos interessássemos.
O diretor prestou algumas informações a respeito do projeto político pedagógico da escola, mas não nos permitiu o contato com o mesmo, alegando, ser um documento especial da escola.
Ao falarmos com professores podemos observar como as idéias deles se distanciam das do diretor. Perguntamos a estes sobre a presença de alunos com necessidades especiais e estes relataram que a escola conta com dois alunos especiais, nada tão grave, mas que sentem dificuldades em trabalhar com as diferenças destes alunos, pois um deles e surdo-mudo e o outro é cego, o primeiro faz o a 8ª série e o outro encontra-se na turma do 1º ano do ensino médio, falam que as dificuldades encontradas são muitas, mas que por outro lado estes alunos demonstram muito mais interesse em aprender que os outros ditos normais.
Quanto à participação da comunidade, a informação que tivemos é que esta é pouco participativa e que a desculpa é que os alunos que a escola atende não requer mais tanta atenção e os pais dos alunos participam apenas das reuniões que tratam das indisciplinas de seus filhos ou quando o professor solicita a presença de um pai ou outro de alunos que atrapalham o andamento das aulas.
Esta escola, ao contrario da primeira possui laboratório de informática atendendo a todos os alunos e são desenvolvidos projetos tanto pelos alunos como pelos professores, a referida escola inclui seus alunos na era digital.
CONCLUSÃO
Com as duas visitas realizadas pode se perceber que muita coisa precisa ser feita para que se possa mudar a realidade da educação de modo geral. E no que se refere à gestão democrática é coisa somente realizada no papel, pois as decisões são tomadas necessariamente pelos diretores sem maiores discussões com as partes interessada.
Outro ponto interessante é quanto a realidade das duas escolas não são muito diferentes no que se diz respeito à participação de pais e comunidade no ambiente escolar.


texto sobre capitulo 7 e 8 Jose Francisco P. Souza

Texto sobre capitulo 7 e 8 e texto complementar



A leitura dos textos nos remete a uma discussão sobre a organização escolar de um ponto de vista mais intimo à realidade da instituição que promove o ensino aprendizagem nos propiciando compreender melhor o funcionamento da instituição. Como se comporta cada individuo que participa do processo, como é a relação tempo/espaço na organização escolar, bem como funciona a administração da instituição.
Os indivíduos participantes do processo comportam se de acordo com a ária de atuação e a organização escolar, trata de planejar para que o desenvolvimento destes seja o melhor possível e assim tenham um rendimento Maximo.
A relação tempo/espaço é bem tratada para uma melhor compreensão, pois esta é uma das principais relações necessárias para realização de uma organização escolar e está presente na organização do cotidiano escolar, nas reuniões de: planejamentos, pais e mestre conselho de classe e outros. Por tanto podemos perceber a importância desta relação que está presente em todas as etapas do processo de organização escolar.
Como o processo de organização escolar é principalmente administrativo não poderíamos deixar de tecer um comentário sobre as diferentes formas de administração, administração essa que se caracteriza pela forma como se apresenta sua gestão que pode ser democrática ou autoritária.
A gestão democrática é a mais aceita pelo fato de trabalhar com a participação de todos os participantes do processo de ensino aprendizado (professor, zelador, grêmio estudantil, conselho etc.). Assim a gestão democrática deve acontecer na organização: Pedagógica, administrativa e didática pedagógica.

texto sobre capitulo 7 e 8

Universidade Federal de Santa Catarina-UFSC
Universidade Virtual do Estado Maranhão-UNIVIMA
Curso de licenciatura em matemática
Disciplina: Organização escolar
Aluno: Antonio Jocélio da Silva Santos
Professor: Terezinha M. Cardoso e Ana M. B. de Sousa
pólo: Caxias


Resenha do livro de Paulo Freire
Pedagogia da autonomia

Capitulo 1

Paulo Freire faz referencia a pratica de educar como o ato de cozinhar ou velejar, onde você se aperfeiçoa através da pratica, se dedicando aos mais simples detalhes, para obter uma perfeita formação, porque quando você forma você se forma e ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidade para sua construção.Quando vivemos a autenticidade exigida pela pratica de ensinar- aprender participamos de experiências, política, ética e estética, ideologia, etc, e que a beleza deve se achar de mãos dadas com a decência e a sinceridade.. Sabemos que ainda e possível aprender de uma forma critica e, essa condição exige educadores e educando criadores de criticas, articuladores, tornando seres humanos humildes e persistentes. Também é papel de professor ensinar a pensar certo, quando ensinamos devemos mostrar não somente como se faz uma leitura, mas sim como se analisa um texto e compara com o mundo a sua volta, não devemos simplesmente sair repetindo o que lemos, mas analisando o que foi lido e onde o texto reflete na sociedade. Quando ensinamos pesquisamos porque o ensinar exige pesquisa, não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino.No mesmo momento que ensinamos devemos respeitar os nossos alunos, o seu conhecimento adquirido com sua experiência de vida. Ao ensinar podemos mostrar a realidade de sua própria sociedade, a poluição dos riachos e dos córregos e os níveis de bem-estar da população, os lixões e os riscos que oferecem à saúde das pessoas.Porque a escola não trabalha com os alunos o sistema político, mas o professor diz não porque escola não e partido deve-se ensinar apenas os conteúdos curriculares, estes operam por se mesmo. A criatividade não se dá de uma forma automática, mas através de muitas praticas e reflexões. Nós somos seres éticos pela capacidade de escolher, intervir, romper e ainda somos porque estamos sendo, não é possível pensar o ser humano longe da ética. O pensar certo é coerente e do ponto de vista pensar certo não é possível fazer de conta que não está vendo. A pratica conceituosa de raça, de classe, de gênero, ofende a substancia do ser humano e nega a democracia, porque pensar e fazer errado não tem nada a ver com o ser humano do pensar certo. Por isso é que na formação permanente dos professores, o momento fundamental é a reflexão e critica sobre a pratica e que a assunção de nós mesmos não significa a exclusão dos outros. E um gesto do professor pode ser muito significativo para o aluno em seu aprendizado. As condições estruturais e materiais da escola também são indispensáveis para a prática e aprendizado do educando.



Capitulo 2
O docente deve ter em mente que ensinar não é transferir conhecimento, mas para criar possibilidade para sua própria produção em sua construção. Por mais que me desagrado de uma pessoa não posso menosprezá-la com um discurso cheio de mim mesmo decretando sua incompetência é, muito cansativo viver e praticar a humildade, onde possamos reconhecer e superar os nossos próprios equívocos. A diferença entre o ser condicionado e o determinado é que sei que posso ir mais além dele e posso alcançar a possibilidade de ser inacabada, afinal a nossa presença no mundo não se faz de forma isolada, nem insentos das influencias sociais. Voltando um pouco as nossas reflexões anteriores percebemos que a teoria do inacabado nos tornou seres repensáveis em um mundo cheio de decisões, opiniões e liberdade não é possível estar no mundo sem fazer historia, política e sem ensinar, etc, sem idéia de formação , não é possível viver assim, e é na conclusão do ser que se sabe como tal que a educação se funda como um processo permanente, não foi a educação que fez mulheres e homens educáveis, mas a consciência da inconclusão é que gerou sua educação. Devemos exercitar a nossa capacidade de aprender e de ensinar quando mais sujeito e não puros objetos do processo nos façam.
O professor que desrespeita a curiosidade do aluno e manda ele se por em seu lugar transgride os princípios fundamentos éticos de nossa existência, e qualquer tipo de descriminação é imoral e lutar contra ela é um dever por mais que conheça a força dos condicionamentos a enfrentar.
Como posso falar de respeito ao educando se continuou ironizado, descriminado, e o encho com minha arrogância, deve-se mais respeito e atenção aos nossos alunos, porque todos os professores que passam por uma sala de aula deixam sua marca ou de bom, ou de ruim. Outro saber fundamental, a experiência educativa é o que desrespeita a sua natureza, como professores preciso mi mover com clareza na minha pratica e buscar esperança de que possamos melhora as nossas forma de trabalhar com os nossos alunos.
O mundo não é. O mundo esta sendo, como subjetividades curiosas, inteligentes, interferindo na objetividade do meu papel no mundo,mas de quem constata como sujeito de ocorrência, porque ninguém pode estar no mundo de uma forma neutra. É preciso que se fossa ainda muito mais, mudar o mundo é difícil, mas é possível, através da nossa ação política pedagógica, nos percebemos que quem pode melhorar as condições do trabalho do professor não faz nada para mudar a realidade do nosso ensino.
A alfabetização em área de miséria só ganha sentido na dimensão humana, se com ela, realiza-se uma espécie de psicanálise histórico-politico-social, porque onde quer que haja mulheres e homens há sempre o que ensinar, o que aprender. É necessário que o professor e aluno saibam que suas posturas são dialógicas, ou seja, aberta a curiosidade, indagadora e não apassivada.


. Capitulo 3

As qualidades essências que a autoridade docente democrática deve revelar em suas relações com seus alunos e segurança em se mesma. A segurança se funda na sua competência profissional. O papel da autoridade é fundamental no aprendizado do conteúdo e na construção da responsabilidade da liberdade que se assume, e no fundo, o essencial entre educador educando é a reinvenção do ser humano no aprendizado de sua autonomia, tanto posso saber o que não sei, como posso saber melhor o que já sei.
Não é possível exercer a prática do magistério como se nada ocorresse conosco, não posso ser professor sem me por diante dos alunos, sem suas apreciações, sem expor o meu pensar politicamente. A maneira como eles me percebem tem importância de grande relevância. Um outro saber específico do ser humano é saber que a educação é uma forma de intervenção no mundo, mas a educação não é uma tarefa apenas reprodutora da ideologia e desocultação da realidade. Paulo Freire aposta na liberdade para as tomadas de decisões, porque como posso ser eu mesmo se nunca tomo minhas próprias decisões. Os pais devem entender que o mundo futuro não é deles e sim de seus filhos. Perceba que se a educação não pode tudo, alguma coisa fundamental a educação pode. O que se quer demonstrar é que a educação não é uma força imbatível na trans formação da sociedade, não se pode pensar que através de uma palestra pode-se mudar o mundo, mas é uma maneira de tentar mudar.
A importância do silencio no espaço da comunicação é fundamental no entendimento e compreensão do que esta sendo comunicado, porque devemos nos comportar como sujeitos e não como objetos. Na verdade escutar não diminui em nada, só faz ter um pouco mais de cautela para situar minhas idéias. Uma das tarefas principais da escola como centro de produção sistemático de conhecimento, é trabalho crítico das coisas e dos fatos e a sua comunicação. Estamos diante de um futuro onde as máquinas tomaram de conta dos trabalhos, então teremos Marias e Pedros desempregados, não sabemos até onde isto pode ser verdade, mas estamos nas mãos dos políticos na tomada de decisões em como há este caso no futuro e a ciência nos diz que o negro é geneticamente inferior ao branco.
A pratica educativa é alegria, afetividade, capacidade cientifica e domínio técnico a serviço da mudança, ou lamentavelmente da permanência do hoje.

sábado, 29 de novembro de 2008

SÍNTESE - Álamo Pimentel

No texto: Escola, educação e gestão da vida, de Álamo Pimentel enfoca a respeito do conceito de escola e sua complexidade. Acredita-se que nossa sociedade ver a escola como um espaço privilegiado de gestão de conhecimento e ver a educação como um instrumento para a regulação, produção, controle e distribuição do conhecimento. Com este pensamento percebe-se que devemos ter em mente que a escola seja um local de transformação e como centro das relações dos indivíduos.
Outro ponto a considerarmos importante é o fato fundamental de que devemos conhecer a legitimidade das experiências múltiplas que se vive dentro da escola e saber que a legitimidade de cada presença humana em sua singularidade deve ser valorizada no ambiente escolar. Devemos valorizar as diferenças como um desafio básico para uma experiência pedagógica comprometida com a construção e emergência de novos valores que tornem indissociável em nossas práticas pedagógicas sobretudo como prática da vida.
Para o autor assim como na vida, a presença humana vive uma constante transformação e estas são sofridas individualmente e no coletivo, mudando os espaços de convivência de forma descontinua dinamizando o ato de aprender e de ensinar a cada dia.
A educação incide positivamente sobre a existência humana. Neste enfoque, a educação passa a ser cultural no qual são produzidas as condições de existência do ser humano e na forma como ele produz sua condição de existência.
Neste contexto existe a preocupação com um paradigma educacional de se buscar conhecer a legitimidade da vida como inspiração para a escola e os demais modelos de instituições educativas.
A escola é o espaço de transformação e de mudanças, as quais deve fazer do individuo um ser racional, crítico e acima de tudo humano.

sábado, 18 de outubro de 2008

PESQUISA DE CAMPO

PESQUISA DE CAMPO
DISCIPLINA: ORGANIZAÇÃO ESCOLAR
ESTUDO DE CASO

Com base em estudos feitos com os conteúdos da disciplina Organização Escolar, percebe-se que a Cultura Escolar é a mesma encontrada nos textos da disciplina, mudando apenas a Cultura da escola, pois esta é diretamente ligada às pessoas que fazem parte do ambiente escolar.
De acordo com a entrevista feita em uma escola da Rede Pública Municipal de Ensino Fundamental na cidade de Caxias – MA. A função social da escola como um todo é desenvolver em cada individuo a capacidade e construção do ser social. Acredita-se que todo trabalho feito dentro da escola, juntamente com os alunos, comunidade e professores são práticas educativas que servem de subsídios para a construção do conhecimento.
Esta escola possui uma organização que funciona hierarquicamente de cima para baixo, ou seja, do diretor até os alunos, sendo que a comunidade praticamente não participa das decisões de problemas internos da escola. A família não se encontra presente em todo contexto da escola, participando apenas de reuniões para assinaturas de boletins ou quando são chamados para ouvirem reclamações a respeito do comportamento de seus filhos.
A escola não possui Projeto Político e Pedagógico, mas acredita-se que este seja de grande relevância como meta primordial uma gestão participativa e democrática. Professores e diretores possuem uma Relação de distanciamento, havendo necessidade de mais dialogo e participação da gestão nas dificuldades docente. Professores conseguem manter uma relação de liderança amigável com alunos, mas sendo uma relação não participativa, ainda conteudista onde o papel do professor é transmitir conteúdo e o do aluno é receber esse conteúdo.
A escola ainda não tem autonomia para que seja feita muita coisa, mas sempre que pode procura atender algumas exigências feitas pelos professores para que se possam amenizar as dificuldades encontradas, Nesta instituição pouco se trabalham com projetos, pois os professores ainda são muitos tradicionais em suas práticas pedagógicas.
A Cultura da Escola e a Cultura Escolar se entrelaçam no sentido de que inclua práticas e condutas que caracterizam a escola como uma organização, influenciando hábitos, modos de vida, historia da escola, bem como modo de pensar e trabalhar idéias compartilhadas.
Analisando as respostas dadas na entrevista percebe-se que esta instituição como um todo necessita de uma intervenção pedagógica para que possa ser revista as boas condições de funcionamento e principalmente para que se venha a melhorar o desenvolvimento do ambiente escolar.


sexta-feira, 12 de setembro de 2008

APRESENTAÇÃO.

Sou Doracy, professora de 5ª a 6ª série do Ensino Fundamental. Gostaria de dizer a todos para mudarem seu estilo de vida. Ter a mente de um executivo e o coração alegre de um palhaço. A vida é tão breve. Felizes os que usam a cabeça para pensar e não para sofrer. Uma pessoa inteligente aprende com os erros dos outros.
Abraços.

sábado, 6 de setembro de 2008

CRÔNICA.

O NOME DA ROSA

Viu-se que em um lugar de tranqüilidade e harmonia havia mais traição e vingança de que amor. Percebeu-se que pessoas inocentes eram condenadas no lugar de outras. Onde deveria ter conhecimento e aprendizado não havia, e homens que ali estavam para viver de acordo com a vontade de Deus, tinha mulher escondida para satisfazer sua vontade na carne, mantendo ela aprisionada apenas pela vontade de se alimentar, em troca ele realiza seus desejos.
Julgar as pessoas e condená-las por seus atos violentos ou desobediência a lei, na época era comum tal ato de punição, mas hoje é um tanto irracional. Queimavam para expulsar os demônios que estava em alguma pessoa, no entanto nós somos os próprios demônios, quando matamos, estripamos, violentamos, etc.
Percebeu-se que os livros eram escondidos e poucas pessoas tinham acesso. Havia um livro que quem lia morria, era um livro que mostrava verdadeiramente o propósito de Deus para com o ser humano.
Este livro estava com as bordas das suas folhas pintadas com veneno para quem lê morrer, foi a única forma encontrada para o conhecimento não se expandir pelo mundo e manter ao mesmo tempo o livro intacto.
Percebemos que esses atos de não divulgar a verdade ainda hoje existe, laçando as pessoas mais velhas e desenfornadas, para tentá-la convencê-la de uma outra realidade.


TEMPOS MODERNOS

O próprio nome do filme já nos dá uma idéia ou uma noção. Nesta época a sociedade teve o seu maior avanço tecnológico e cultural, onde a sociedade vivia e produzia de uma maneira muito lenta, mas ninguém contava com o despreparo social no manuseio das máquinas. A ordem era produzir não importa a qualidade o importante era a quantidade. Em meio a essa movimentação moderna os trabalhadores eram afetados de uma forma psicológica, onde o ator retrata muito bem que mesmo fora do trabalho, mas estava condicionado a fazer certos movimentos rotineiros do seu trabalho.
A indústria veio trazer muitos benefícios para a sociedade, mas com ela também veio seus problemas, como aumento da poluição, crescimento da zona urbana com excesso e crescimento de desempregados nas capitais.
Ainda hoje estamos de certa forma condicionado ao nosso trabalho, porque quando vamos falar em público ou para um pequeno número de pessoas fazemos como se estivéssemos em sala de aula, a forma de explicar, exemplos, para quem estiver ouvindo tenha um bom entendimento, portanto o ser humano com sua inteligência e forma de trabalho também é fruto dos tempos modernos.

ANÁLISE CRONOLÓGICA

Ao vermos uma escola de uma cidade que é mais organizada que uma escola no interior, ficamos admirados com a beleza de sua estrutura. Quase sempre do mesmo padrão físico, logo reconhecemos uma escola. Nós nem mesmo imaginamos que toda esta estrutura partiu, de presídios, senzalas.
Agora quando vejo uma escola lembro do sofrimento dos presos e negros sendo torturados. Mas, no entanto já sabemos que só resta a estrutura, agora é lugar de conhecimento, alegria, troca de informação e construção de um futuro melhor.
Com desenvolvimento da sociedade se fez necessário um lugar de encontro e aprendizagem, então se formou a escola, Sendo que na idade média a escola tinha como principal objetivo o ensino da doutrina cristã, ou seja, tinha um caráter religioso.
Já no período clássico suas características mudaram, não totalmente, mas em vez do homem buscar sua salvação no céu, ele estava buscando sua salvação na terra e procurando meios de se adaptar na sociedade
No período tecnicista temos as maiores marcas da educação contemporânea, a escola se volta para o estudo das ciências, técnicas e saberes científicos.
No Brasil a escola teve seu desenvolvimento a partir dos anos 50. Veja que a primeira lei nacional que tem com objetivo regularizar a educação primária é de 1827, então já temos bastante tempo que lutamos pela melhor formação escolar no Brasil. A primeira Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional foi a lei nº 4024, dando um avanço ao acesso à escolaridade. A partir desse momento a LDBEN até os dias de hoje sofreu várias mudanças no intuito de conseguir o acesso escolar para todas as pessoas e diminuir o analfabetismo no país.
Quando falamos de educação lembramos logo de uma pessoa com um belíssimo perfil social, Educação é uma forma de viver, é um estilo de vida, é uma maneira suave de responder uma pessoa, mesma que a pergunta tenha sido agressiva. Educação é um estado de espírito em meio a tantos conflitos, onde passamos resolvê-lo de maneira simples e dialógica.
Portanto a educação tem uma infinidade de conceitos e formas de se manifestar.
Se pararmos para analisar como estar o nosso ensino veremos que não estar bom, claro que já esteve muito pior, mas precisamos melhorar. Só que não adianta somente os professores tomar esta iniciativa, é uma tarefa que deve ser acatada por todos, até mesmo pelo próprio aluno, e desta forma poderemos ter algum avanço de modo mais rápido. O ensino no país se torna de melhor qualidade quando os professores que estão em atividades são professores com formação na área da educação e de alguma forma temos uma melhor qualidade profissional.

Por: Antonio Jocélio.

CRÔNICA DOS FILMES.

Os valores da educação em cada época.
Por: Raimunda Neide.

A educação, como fundamento da verdade, no período anterior ao período renascentista, não poderia ser disseminada, por conta da influência da igreja católica, a qual, detinha o poder sobre o conhecimento que deveria ser limitado, até para que os ditos sábios pudessem dominar aqueles que deveriam estar sob sua tutela.

A arquitetura escolar se limitava aos mosteiros, para onde eram enviados aqueles que careciam de conhecimento. Esse fato, de algum modo, influenciou a arquitetura escolar que acompanhou e acompanha, até hoje, o modelo panótipo de vigilância e controle.

O filme “O nome da rosa”, mostra claramente como era vetado o conhecimento, apesar de o mosteiro italiano da ordem Beneditina possuir, na época, o maior acervo cristão do mundo,embora nem todos tivessem acesso a tal conhecimento e, aqueles que se aventuravam nessa busca morriam de forma misteriosa,pois a igreja desejava que todos tivessem conhecimento apenas daquilo que a ela interessava, os dogmas.

A Revolução Industrial foi um período marcado pela questão do desemprego em massa, em decorrência da mecanização da indústria. Além de se caracterizar por um período de exploração e domínio sobre aqueles que não se enquadravam nos padrões empregatícios da época.

A educação sofreu grande atraso em decorrência da não adequação ao perfil sócio-econômico vigente naquela época e a escola que já não era vista como um lugar do belo e aconchegante, passou a ser tratada como um lugar de exclusão social.

A docência, tanto em um período quanto no outro, era fator irrelevante. No primeiro, por questões dogmáticas e no segundo, pela questão alienatória do sujeito na busca incessante pelo poder financeiro.

APRESENTAÇÃO.

Sou...Eu...!

Francisco dos Santos Nascimento, negro, 1,63m aproximadamente, união estável, tenho cinco filhos dos quais dois são adotivos, sou carteiro a onze anos, sou professor a treze anos da rede de escola pública municipal na cidade de Timon, onde sou residente e domiciliado.Sempre estudei em escola pública de onde tenho algumas lembranças de discriminação e racismo lembranças essas que não são boas, por isso escolhei o princípio RESPEITAR AS DIFERENÇAS por entender que o mundo é belo pelas diversidades de culturas, de matas, de experiências,..., DE RAÇAS.Na educação esse respeito é fundamental na formação do cidadão.

CRÔNICA DOS FILMES.

Crônica dos filmes O Nome da Rosa e Tempos Modernos – Os valores da educação em cada época.
(Por Cleide Coelho)

A história do filme se passa no século XIV num Mosteiro beneditino Italiano que continha na época o maior acervo Cristão do mundo.
Naquela época não havia um prédio onde funcionava uma escola, a educação era feita pela igreja. Os Monges eram responsáveis pelos ensinamentos dos Dogmas da época e os aprendentes tinham informações apenas daquilo que era de interesse da igreja e buscar algo novo era motivo para a morte, por isto no filme os Monges mais jovens estavam sendo assassinados, por buscarem outras verdades, outros conhecimentos, estes que iam contra os princípios de quem detinha o conhecimento e quem praticava este ato era condenado a morte na fogueira como herege.
A educação do período era apenas dogmática, guiada pelos interesses da Igreja. Os professores ou mestres como eram chamados na época, ensinavam os mesmos dogmas aos quais haviam conhecido, sem assim poder fugir dos interesses cristãos.
Por outro lado no filme tempos Modernos de Charles Chaplin, deu-se enfoque ao período histórico marcado pela Revolução Industrial e todos os problemas da época em questão, período de 1929 a 1941. Neste momento já existiam prédios escolares e como o período exigia era voltada para o campo tecnicista, pois era a época das grandes fabricas. Ocorria também a divisão do trabalho, onde os empregados na maioria das vezes nem sabiam o que estavam fabricando. Isso para os grandes donos de fábrica representava a possibilidade de jamais terem um concorrente, pois quem estava nunca aprendiam a fazer o objeto por completo. No filme até o final não ficamos sabendo o que aquela fábrica produzia, Charles conseguiu repassar isto com muita clareza. A escola nesta época era o que menos importava, pois a classe menos favorecida não precisava aprender muita coisa, apenas o básico para sobreviver em tamanha selva.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Crônica 1

Jose Francisco Pereira de Souza

Tarefa
Crônicas do Filmes

O filme em nome da rosa è uma narrativa policial da investigação e solução de crimes que ocorreram em um mosteiro Beneditino por volta de 1327. Neste mosteiro morreram sete monges em sete noites e sete dias. O ator Sean Connery no papel de um monge Franciscano e renascentista foi incumbido de investigar a morte de um monge que havia se atirado do alto da torre de vigilância do mosteiro, mas durante a investigação os demais seis monges morreram todos com a língua e um dedo sujo de tinta das paginas de um livro, assim Sean Conery pode concluir que as mortes ocorreram por envenenamentos causados pelo contato dos dedos e da língua com a tinta do livro seguindo sua investigação Sean Conery descobre uma biblioteca secreta com enumeras relíquias em obras literárias que era protegida do acesso dos monges.
Com estes acontecimentos podemos perceber que as autoridades religiosas temiam o acesso dos demais monges ao conhecimento que ali havia porque ao tornarem esclarecidos iriam colocar em duvidas os dogmas da igreja na época o que era considerado um sacrilégio na época e motivo de punições severas.
De olho no período histórico verifiquemos que a historia ocorreu por volta do século XIV quando a sociedade sofria com a administração do clero. A educação era de domínio total e exclusivo da igreja onde só os mais poderosos è que tinha acesso à educação, os camponeses como eram chamados os mais pobres da época era tido como selvagens e jamais tinha acesso à educação.
A arquitetura da escola na época era a mesma de um mosteiro, pois era nos mosteiros que a educação era promovida e se apresentam da seguinte forma: casarões imensos com um grande pátio e torre de vigilância tudo cercada com imensos muros que separava os monges como eram chamados os estudantes destes mosteiros do contato com os pobres. Assim podemos concluir que a educação neste período era baseada unicamente nos princípios teológicos e já mais de um ponto de vista cientifico.

Tempos modernos

Quanto ao filme tempos modernos; estrelado por Charles Chaplin è uma critica a modernidade que è marcada pela industrialização e conseqüente substituição da mão de obra humana pelas as maquinas. O filme faz critica a estressante jornada de trabalho que è esgotante e explorada por capatazes das fabricas ao mesmo tempo em que se preocupa com a crise do desemprego causada pela substituição do homem por maquinas e pela falta de operários capacitados e e.t.c.
Tudo isso gerou uma crise no sistema político e econômico da época, com esta crise quem mais sofreu foram: os professores principalmente das escolas publicas, arquitetos, pequenos, comerciantes e agricultores.
Este período histórico se deu por volta do século XX onde a sociedade já apresentava uma divisão mais semelhante a atual com a presença de: operários, comerciantes, donos de fabricas e outros que em grupos formavam as classes sociais da época. Podemos perceber aqui que a educação de certa forma foi descentralizada atingindo assim as classes sociais mais pobres. A educação deixa de ser totalmente apoiada em princípios teológicos e passa a se apoiar em bases cientificas colaborando com as novas tecnologias. A arquitetura das escolas provavelmente sofreu algumas alterações, mas significativa nas escolas publicas que já surgiram com estas alterações por falta de compromisso dos governantes em prover uma educação de qualidade para a população pobre.
















Jose Francisco(NANAN)

sábado, 30 de agosto de 2008

Cultura e Escola

A educação, tal como é concebida hoje não difere muito daquela aplicada há séculos atrás e o professor, não poderia ser diferente daqueles anteriores, visto que é fruto de uma educação tradicional que oprime e torna o sujeito dependente do sistema. Mesmo porque o professor não tem autonomia para trabalhar de uma forma diversificada, pois o discurso é um e a prática se torna outra.
O professor do presente é um sujeito com diversas obrigações, as quais, são bastante diversificadas daquela que é de direito, ensinar. O professor no contexto atual, acaba desempenhando papeis que nada tem a ver com a educação, visto que a escola, hoje é vista pela sociedade como um deposito de crianças e que atribui ao professor o papel de pai, mãe, tio, psicólogo, entre outros tantos que não se pode enumerar. Nesse contexto o processo ensino-aprendizagem acaba sendo deixado de lado.
As escolas por sua vez assemelham-se na estrutura físicas, na organização, e no processo administrativo em si, diferenciando-se umas das outras nos aspectos humanos, pois cada escola tem uma clientela complexa e diferenciada da clientela das outras escolas. Nesse movimento denominado de cultura da escola está inseridas as políticas de gestão e educação, a dimensão da cultura local e a dimensão da subjetividade dos atores.
Enquanto a cultura escolar é o resultado das ações administrativas e pedagógicas da escola, as quais estão contempladas nos documentos do ministério da educação e cultura (MEC), as redes privadas administram suas próprias escolas.
A escola traz em sua cultura, ao longo dos anos, uma diferenciação entre os ensinamentos destinados à classe popular. Na idade média, a escola funcionava como um lugar de negócio, a qual era denominada exclusivamente pela igreja.
No século XV a escola iniciou uma nova etapa na sua história: a socialização dos indivíduos, sem contudo, perder a finalidade religiosa. È nesse período que a escola assume a identidade que até hoje perdura: um lugar de educar crianças. No Brasil Imperial a educação era direcionada para a elite. Nesse período as populações pobres, negros e mulheres não poderiam freqüentar as escolas, mesmo durante a transição da Republica a escola ainda era privilegio de poucos, pois a gratuidade obrigatória, tal qual como se tem hoje, não existia, foi somente a partir de 1934 que a constituição incluiu a educação como um direito do cidadão, gratuita e obrigatória e, destinando recursos para assegurar esse direito.
A primeira LDBEN(Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) é de 1961e tramitou pelo Congresso Nacional um longo período até ser aprovada. Com o golpe militar de 1964 uma nova LDBEN foi estruturada, a Lei nº 5540/64 que legislava sobre o Ensino Superior e a Lei 5692/71 legislava sobre o ensino fundamental. Com a volta da Democracia na década de 1980 foi criada uma nova LDBEN, longamente discutida no congresso até ser aprovada, a Lei nº 9394/96 que encontra-se em vigor atualmente.

Apresentação

Eu sou Adelma Linhares Rodrigues, sou professora efetiva da rede estadual, sou casada, tenho três filhos, atualmente leciono as disciplinas: Matemática,Ciências e Ética nas séries 5ª,6ª,7ª e 8ª, na Unidade Escola Deputado Alexandre Costa
Escolhi o principio: Educar é uma arte, exige cuidado e paciência.Pois minha concepção o educador lida com material humano instável,desmotivado,explosivo, pelo grande número de informações,pelo avanço tecnológico, já não acham o professor importante. Mas nada substitui o educador, pois o educador deve ser um idealista,coerente,entusiasta.Hoje, tudo acontece tão rápido, a solução de hoje é ultrapassada para o problema de amanhã, Cada vez mais, substituímos o humano pelo mecânico, o educador tem que paciência, tem que dar equilíbrio,confiança,maturidade,incentivar a participação na transformação do mundo...

Apresentação

Eu sou Raimunda Neide Lima Sousa, sou Professora efetiva da rede estadual e municipal, exercendo essa função desde 1992. Na rede municipal trabalho com alunos de 4ª série/5º ano e na rede estadual ministro as disciplinas matemática e ciências na modalidade EJA no turno noturno e regular de 5ª a 8ª(matemática) no turno vespertino.
Ao longo desses anos de exercícios profissional tenho aprendido bastante e almejo aprender cada vez mais.
Minhas expectativas em relação à disciplina Organização Escolar são grandes, por entender que essa disciplina traz os esclarecimento necessários sobre a função social da instituição escolar, as leis que regem essa instituição.
No exercício do magistério ao longo desses anos de atuação como professora tenho obsevado muitas mudanças(ou tentativas nos atos pedagógicos, porém a escola em si continua a mesma de séculos passados, práticas pedagógicas ultrapassadas, professores com discursos diferentes da prática, aulas monotonas, conteúdos descontextualizados do cotidiano do educando. Sem contar que as escolas deixam muito a desejar em materia de conforto: cadeiras quebradas ventiladores insuficientes, iluminação inadequada, fatores que contribuem, sobremaneira para desfovorecer um aprendizado eficiente.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

QUEM SOU EU....

Eu sou CLEIDE COELHO, professora de Matemática na U.I.M. Antonio Edson, tenho muitos sonhos para realizar e um deles e conseguir transformar minhas aulas em algo prazeroso para meus alunos e não uma tortura psicológica, como eles atualmente vêem as aulas de matemática e acima de tudo realizar-me profissionalmente e principalmente como pessoa. Tenho certeza que esta disciplina poderá a vir a contribuir para a minha formação assim como melhorar minha visão em relação a minha atividade profissional. Já trabalhei como professora de Química e nos últimos 10 anos tenho trabalhado apenas com a disciplina Matemática no Ensino Fundamental. Para definir minha personalidade como educadora eu escolhi o princípio: Tempo - Kronos e Kairos aliados ou adversários para as aprendizagens, pois cada um de nós tem seu tempo de apreder e construir seu conhecimento independente da vontade dos outros sendo que uns conseguem aprender mais rapidamente e outros necessitam de um tempo maior para formar e organizar suas idéias. Com isso cabe a cada professor conseguir acompanhar o aprendizado de seus alunos a seu tempo e contudo respeitando os limites de cada um.

APRESENTAÇÃO.

E sou ANTONIO JOCÉLIO, professor, casado, amigo e cuidadoso. Escolhi o princípio: Educar é uma arte, exige cuidados e paciência, porque a beleza da arte se compara com a beleza do conhecimento e ensinar é ter critérios e estratégias. A paciência se adquire com muita pratica e paciência e esta não é dom é fruto da educação adquirida por cada.

Apresentação:

Eu sou José Francisco Pereira de Souza, professor de Matemática de 5ª a 8ª série do Ensino Fundamental, gosto de ser chamado de Nanan. Eu escolhi o princípio que diz o seguinte: A docência constrói o conhecimento, pois do meu ponto de vista a docência é apenas um dos construtores do conhecimento e é provável que o conhecimento seja constante e independente da presença do docente, o conhecimento acontece nas mais variadas situações que pode ser provocado por docente ou não. Assim a docência é um dos princípios mais importante, pois o docente é transmissor de conhecimento.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

APRESENTAÇÃO DO GRUPO

Este Blog foi criado pelos alunos matriculados na disciplina Organização Escolar os quais são: Cleide Coelho, Raimunda Neide, Adelma, Doracy e Francisco Nascimento, José Francisco Pereira, Jocélio, Alcino, os mesmos estão regularmente matriculados na referida disciplina no Pólo de Caxias - MA.