Os homens e mulheres ao longo da história desenvolveram e produziram culturas. Nesse processo houve a necessidade de criar um lugar e um tempo para propagação da aprendizagem e da cultura. Primeiramente, a escola tinha como finalidade exclusiva a transmissão da doutrina cristã, posteriormente o foco era socialização do indivíduo, quando surge valores como a civilidade, a decência, a moderação, a honestidade, o trabalho, etc.No Período tecnicista a escola se voltou para a ciência e a técnica, abandonando os desígnios humanistas dos períodos anteriores, marcados pela transmissão da doutrina cristã e pela socialização moral. É importante destacar que as experiências históricas de cada um desses períodos permanecem ainda hoje impregnadas no nosso imaginário sobre as finalidades da escola.
O conceito que temos de escola não mudou muito, esta é um lugar em que aprendemos as normas de como se vivi em sociedade, como se adequar a algo pré-estabelecido.
Segundo o texto de álamo Pimentel a escola é um espaço privilegiado de gestão do conhecimento e a educação um instrumento para a regulação, produção, controle e distribuição do conhecimento.
Que tipo de conhecimento? Infelizmente o conhecimento privilegiado pela escola é o conhecimento enciclopédico e as verdades acumuladas nos livros. Ainda não é valorizado o conhecimento que o aluno traz de suas experiências de vida, pois, o livro didático e os demais instrumentos presentes nas engrenagens da educação escolar, ocupam a cena central das relações entre os indivíduos e o conhecimento. Nesse contexto a educação se traduz como uma repetição mecânica entre perguntas e respostas prontas para a fixação de conteúdos adquiridos em livro didático que ganha centralidade nas interações entre saberes e práticas docentes.
Ainda não é valorizada, de fato, a educação para a valorização do indivíduo, da natureza , da vida, levando em consideração a complexidade, as diferenças individuais, a convivência em grupo que ajuda a pessoa a crescer no aspecto física, intelectual e emocional.
Os espaços na escola se referem tanto ao lugar físico – sala de aula, cozinha, sala dos professores –, quanto ao conjunto de relações entre os diferentes atores que transitam e se relacionam no dia-a-dia da escola, e que ocupam lugares e fazeres hierarquicamente diferenciados. Espaço, nesse sentido, é o lugar de onde se fala ou se cala, lugar carregado de subjetividade, de relações vitais e sociais concretas, palco dos rituais que compõem a cultura da escola.Entender esses conceitos é importante para promover a democratização da escola, ou seja, uma proposta de organização escolar pautada na gestão democrática da escola e na ética do cuidado, isto é, que tenha como propósito ampliar a participação dos atores que tecem o seu cotidiano: educadores, equipe dirigente e pedagógica, equipe técnica e de serviços gerais, familiares, população. A importância da participação de todos no processo educativo é essencial, pois todos devem se sentir responsável pela educação dos alunos para garantir um futuro melhor para a sociedade.
Por: Francisco dos Santos Nascimento.
sábado, 6 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
os tempos/ Espaço e Gestão Democrática
Segundo Álamo Pimentel e os capítulos 7 e 8 do livro texto a escola tem como objetivo proporcionar, nos diferentes espaços / tempos, aprendizado de processos participativos, ou seja, à escola cabe o papel de assegurar uma formação cidadã às pessoas que lhe são confiadas, embora ela não seja a única instituição social responsável pela educação. Porém para que a escola exerça seu papel político a sua organização deve estar pautada numa gestão democrática que privilegie a participação de todos os segmentos no conjunto das atribuições curriculares e administrativas.Uma escola pode ser organizada de forma democrática ou autoritária. O que importa é que a ela proporcione o aprendizado e o desenvolvimento de valores e conhecimentos que efetivem a formação do cidadão.Quanto a organização a escola diferentemente do que imaginamos, convive com uma gama de diferentes níveis, e portanto, deve adequar-se às necessidades de cada um sem que isso interfira no seu funcionamento e para tal ela precisa desenvolver estratégias que lhe permitam um funcionamento adequado, tanto administrativo quanto pedagógico, sem deixar de levar em consideração os diferentes sujeitos e níveis de ensino que nela estejam inseridos.Portanto, a escola deve e pode criar espaços/tempos que garantam a participação efetiva dos sujeitos e suas diferentes singularidades. Doracy Brandão Coelho
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
SÍNTESE - ELABORAÇÃO DE TEXTO
Para a realização da PCC, fizemos um diário de campo e entrevistas com os sujeitos de duas escolas públicas. A primeira escola foi uma pública Municipal de Ensino Fundamental e a outra uma e a outra uma escola estadual que atende alunos de 5ª ao Ensino Médio.
Analisando as concepções de educação nestas escolas, percebemos grandes divergências, pois alguns acreditam que a educação deve ser voltada para a transmissão do conhecimento, onde o professor é responsável pela educação baseada no currículo escolar, enquanto a formação social deva ser responsabilidade dos pais, pois a escola não pode assumir todas as responsabilidades sem a participação da família.
Quanto aos sujeitos investigados no ambiente escolar percebe-se claramente suas diferenças e individualidades, pois cada sujeito é único e cheio de particularidades e que estas devem ser respeitadas.
Ao que se refere à gestão Democrática ela existe apenas no papel, pois as decisões importantes ficam centradas na direção da escola, independente do que os outros sujeitos que compões o ambiente escolar pensam.
Para que o Projeto Político Pedagógico possa promover uma organização escolar democrática, pautada nos interesses populares é necessário que sua elaboração aconteça de forma compartilhada com a comunidade escolar. É necessário que as necessidades dos indivíduos sejam ouvidas e discutidas para todos juntos consigam solucionar cada dificuldade e que todas as decisões tomadas sejam para se melhorar a qualidade da educação da comunidade escolar.
É importante que se façam reflexões coletivas voltadas para a valorização das ações participativas, e se contemplem todas as opiniões em função de tornar a escola democrática e participativa.
Enquanto fruto de uma Gestão democrática, o PPP deve respeitar a pluralidade de pensamentos e as diferenças presentes, sejam elas políticas ou sócio-culturais.
O projeto temático é uma abertura existente para que se possa repensar a forma de ensinar sem diferenças e sem discriminações. Assim o projeto temático propicia aos professores trabalharem a interdisciplinaridade o que torna a educação algo renovador e aberto a grandes transformações.
Para que a educação seja voltada ao crescimento do individuo, não deve se valorizar uma disciplina mais que as outras, pois cada em particular tem seu valor e devem trabalhar em conjunto, integrando-se e interagindo em busca da harmonia e visando a melhoria da qualidade da educação.
Precisamos estreitar as relações, pois são as diferença que tornam o mundo melhor. O preconceito deve se evitado e a Matemática não pode funcionar na escola como ferramenta de exclusão e sim de transformação.
Analisando as concepções de educação nestas escolas, percebemos grandes divergências, pois alguns acreditam que a educação deve ser voltada para a transmissão do conhecimento, onde o professor é responsável pela educação baseada no currículo escolar, enquanto a formação social deva ser responsabilidade dos pais, pois a escola não pode assumir todas as responsabilidades sem a participação da família.
Quanto aos sujeitos investigados no ambiente escolar percebe-se claramente suas diferenças e individualidades, pois cada sujeito é único e cheio de particularidades e que estas devem ser respeitadas.
Ao que se refere à gestão Democrática ela existe apenas no papel, pois as decisões importantes ficam centradas na direção da escola, independente do que os outros sujeitos que compões o ambiente escolar pensam.
Para que o Projeto Político Pedagógico possa promover uma organização escolar democrática, pautada nos interesses populares é necessário que sua elaboração aconteça de forma compartilhada com a comunidade escolar. É necessário que as necessidades dos indivíduos sejam ouvidas e discutidas para todos juntos consigam solucionar cada dificuldade e que todas as decisões tomadas sejam para se melhorar a qualidade da educação da comunidade escolar.
É importante que se façam reflexões coletivas voltadas para a valorização das ações participativas, e se contemplem todas as opiniões em função de tornar a escola democrática e participativa.
Enquanto fruto de uma Gestão democrática, o PPP deve respeitar a pluralidade de pensamentos e as diferenças presentes, sejam elas políticas ou sócio-culturais.
O projeto temático é uma abertura existente para que se possa repensar a forma de ensinar sem diferenças e sem discriminações. Assim o projeto temático propicia aos professores trabalharem a interdisciplinaridade o que torna a educação algo renovador e aberto a grandes transformações.
Para que a educação seja voltada ao crescimento do individuo, não deve se valorizar uma disciplina mais que as outras, pois cada em particular tem seu valor e devem trabalhar em conjunto, integrando-se e interagindo em busca da harmonia e visando a melhoria da qualidade da educação.
Precisamos estreitar as relações, pois são as diferença que tornam o mundo melhor. O preconceito deve se evitado e a Matemática não pode funcionar na escola como ferramenta de exclusão e sim de transformação.
domingo, 30 de novembro de 2008
PESQUISA DE CAMPO
PESQUISA DE CAMPO - PCC DE ORGANIZAÇÃO ESCOLAR
INTRODUÇÃO
Neste trabalho iremos apresentar dois diários de campos de dois colégios visitados pela equipe e também uma análise dos dados obtidos segundo as idéias apresentados na disciplina de Organização Escolar ministrada pela professora Ana Maria Borges.
1. Dados coletados nas escolas visitadas.
1.1. PRIMEIRA ESCOLA – Escola do Município de Caxias
1.1.1 Colégio visitado
A primeira escola visitada foi uma da rede Municipal de Educação, localizada no bairro Volta Redonda, na periferia da cidade de Caxias – MA.
1.1.2.Dia da visita.
A visita nesta escola foi realizada no dia 13 de outubro, das 9:00 as 11:00 da manhã do referido dia.
1.1.3. Sujeitos da pesquisa.
Foram abordados a pessoa do Diretor, a Coordenadora, professores, alunos e funcionários.
1.1.4 Lugares visitados.
Visitamos a secretaria, a cozinha, salas de aulas e área de lazer dos alunos, sala de leitura, entre outras repartições.
1.1.5. Diário de campo.
A visita solicitada foi feita a uma escola da rede Municipal de Ensino, a qual funciona nos três turnos. No período matutino atende a crianças de 1ª a 4ª série do ensino fundamental, no vespertino as turmas de 5ª a 8ª séries e no noturno a turmas de EJA ( educação de Jovens e adultos) e apenas duas salas de ensino regular 6ª e 8ª séries.
Nesta unidade de ensino a participação da comunidade é pouco significativa, pois os pais na sua grande maioria vão a escola apenas nas reuniões para assinaturas de boletins ou quando são solicitadas para ouvirem reclamações sobre a indisciplina de seus filhos.
No turno matutino os pais são convocados bimestralmente para reuniões de pais e mestres, onde podem conversar com o professor de seus filhos juntamente com os pais dos colegas dos filhos. Para os pais dos alunos do turno vespertino estas reuniões quase nunca acontecem, pois segundo informações a direção não convoca as famílias para tais reuniões, assim as visitas das famílias se restringem apenas as idas de assinatura de boletins ou quando os professores chamam para reclamar do comportamento das referidas crianças.
No que se refere aos alunos do noturno à situação é tanto mais complicada, pois estes vão para a escola depois de um dia exaustivo de trabalho. E devido a exaustão não encontram resistência para passar três hora e meia ouvindo professores alheios a seus problemas, tornando a escola apenas como um refúgio e não como ambiente de formação.
A escola visitada seve de referência para o acolhimento de crianças portador de necessidades especiais, mas mesmo assim ainda encontram grandes dificuldades de aceitação por parte dos professores que reclamam por não terem formação especializada para lidar com as diferenças encontradas e em sua grande maioria reclamam da superlotação das salas de aulas e das dificuldades de atenderem a todos os alunos e terem que dar especial atenção a uma especial.
Atualmente as escolas podem contar com recursos tecnológicos para auxiliar professore e alunos no processo ensino aprendizagem, mas esta escola possui apenas uma televisão e um vídeo para atender 10 salas de aulas e quanto à sala ou laboratório de informática a escola não possui. A escola este ano recebeu um computador para a secretaria e existe uma promessa para que em 2009 a escola receba um kit de laboratório.
O contexto atual da educação e a “nova forma” de ensinar e aprender faz-se necessário a inclusão digital, nossos alunos são diferentes do que nós éramos no passado, hoje se não acompanharmos a evolução tecnológica ficará de fora do campo de trabalho, por outro lado é difícil falar de inclusão se a realidade das escolas públicas não nos permite nem ao menos ter salas informatizadas.
1.2. Segunda escola visitada – Escola Estadual.
1.2.1. Colégio visitado
A segunda escola visitada foi uma escola da Rede Estadual de Ensino que funciona no centro da cidade de Caxias.
1.2.2. Dia da visita.
A visita nesta escola foi realizada no dia 10 de novembro, das 14:00 as 16:00 horas do referido dia.
1.2.3. Sujeitos da pesquisa.
Foram abordados a pessoa do Diretor, a Coordenadora, professores, alunos e funcionários.
1.1.4 Lugares visitados.
Visitamos a secretaria, a cozinha, salas de aulas e área de lazer dos alunos, sala de leitura, laboratório de informática, entre outras repartições existentes na referida escola.
1.2.5. Diário de Campo.
A segunda escola visitada é uma Instituição da Rede Estadual de ensino, funciona no atendo alunos nos três turnos, sendo que no turno matutino oferecem turmas de 5ª série ao 3º ano do ensino médio, o prédio possui 18 salas de aulas, um laboratório de informática, refeitório, uma pequena quadra interna, secretaria, sala de professores, entre outras dependências.
Fomos recebidos pelo diretor da escola em sua sala, explicamos o motivo de nossa visita e conseguimos permissão para falar com todas as pessoas que nos interessássemos.
O diretor prestou algumas informações a respeito do projeto político pedagógico da escola, mas não nos permitiu o contato com o mesmo, alegando, ser um documento especial da escola.
Ao falarmos com professores podemos observar como as idéias deles se distanciam das do diretor. Perguntamos a estes sobre a presença de alunos com necessidades especiais e estes relataram que a escola conta com dois alunos especiais, nada tão grave, mas que sentem dificuldades em trabalhar com as diferenças destes alunos, pois um deles e surdo-mudo e o outro é cego, o primeiro faz o a 8ª série e o outro encontra-se na turma do 1º ano do ensino médio, falam que as dificuldades encontradas são muitas, mas que por outro lado estes alunos demonstram muito mais interesse em aprender que os outros ditos normais.
Quanto à participação da comunidade, a informação que tivemos é que esta é pouco participativa e que a desculpa é que os alunos que a escola atende não requer mais tanta atenção e os pais dos alunos participam apenas das reuniões que tratam das indisciplinas de seus filhos ou quando o professor solicita a presença de um pai ou outro de alunos que atrapalham o andamento das aulas.
Esta escola, ao contrario da primeira possui laboratório de informática atendendo a todos os alunos e são desenvolvidos projetos tanto pelos alunos como pelos professores, a referida escola inclui seus alunos na era digital.
CONCLUSÃO
Com as duas visitas realizadas pode se perceber que muita coisa precisa ser feita para que se possa mudar a realidade da educação de modo geral. E no que se refere à gestão democrática é coisa somente realizada no papel, pois as decisões são tomadas necessariamente pelos diretores sem maiores discussões com as partes interessada.
Outro ponto interessante é quanto a realidade das duas escolas não são muito diferentes no que se diz respeito à participação de pais e comunidade no ambiente escolar.
INTRODUÇÃO
Neste trabalho iremos apresentar dois diários de campos de dois colégios visitados pela equipe e também uma análise dos dados obtidos segundo as idéias apresentados na disciplina de Organização Escolar ministrada pela professora Ana Maria Borges.
1. Dados coletados nas escolas visitadas.
1.1. PRIMEIRA ESCOLA – Escola do Município de Caxias
1.1.1 Colégio visitado
A primeira escola visitada foi uma da rede Municipal de Educação, localizada no bairro Volta Redonda, na periferia da cidade de Caxias – MA.
1.1.2.Dia da visita.
A visita nesta escola foi realizada no dia 13 de outubro, das 9:00 as 11:00 da manhã do referido dia.
1.1.3. Sujeitos da pesquisa.
Foram abordados a pessoa do Diretor, a Coordenadora, professores, alunos e funcionários.
1.1.4 Lugares visitados.
Visitamos a secretaria, a cozinha, salas de aulas e área de lazer dos alunos, sala de leitura, entre outras repartições.
1.1.5. Diário de campo.
A visita solicitada foi feita a uma escola da rede Municipal de Ensino, a qual funciona nos três turnos. No período matutino atende a crianças de 1ª a 4ª série do ensino fundamental, no vespertino as turmas de 5ª a 8ª séries e no noturno a turmas de EJA ( educação de Jovens e adultos) e apenas duas salas de ensino regular 6ª e 8ª séries.
Nesta unidade de ensino a participação da comunidade é pouco significativa, pois os pais na sua grande maioria vão a escola apenas nas reuniões para assinaturas de boletins ou quando são solicitadas para ouvirem reclamações sobre a indisciplina de seus filhos.
No turno matutino os pais são convocados bimestralmente para reuniões de pais e mestres, onde podem conversar com o professor de seus filhos juntamente com os pais dos colegas dos filhos. Para os pais dos alunos do turno vespertino estas reuniões quase nunca acontecem, pois segundo informações a direção não convoca as famílias para tais reuniões, assim as visitas das famílias se restringem apenas as idas de assinatura de boletins ou quando os professores chamam para reclamar do comportamento das referidas crianças.
No que se refere aos alunos do noturno à situação é tanto mais complicada, pois estes vão para a escola depois de um dia exaustivo de trabalho. E devido a exaustão não encontram resistência para passar três hora e meia ouvindo professores alheios a seus problemas, tornando a escola apenas como um refúgio e não como ambiente de formação.
A escola visitada seve de referência para o acolhimento de crianças portador de necessidades especiais, mas mesmo assim ainda encontram grandes dificuldades de aceitação por parte dos professores que reclamam por não terem formação especializada para lidar com as diferenças encontradas e em sua grande maioria reclamam da superlotação das salas de aulas e das dificuldades de atenderem a todos os alunos e terem que dar especial atenção a uma especial.
Atualmente as escolas podem contar com recursos tecnológicos para auxiliar professore e alunos no processo ensino aprendizagem, mas esta escola possui apenas uma televisão e um vídeo para atender 10 salas de aulas e quanto à sala ou laboratório de informática a escola não possui. A escola este ano recebeu um computador para a secretaria e existe uma promessa para que em 2009 a escola receba um kit de laboratório.
O contexto atual da educação e a “nova forma” de ensinar e aprender faz-se necessário a inclusão digital, nossos alunos são diferentes do que nós éramos no passado, hoje se não acompanharmos a evolução tecnológica ficará de fora do campo de trabalho, por outro lado é difícil falar de inclusão se a realidade das escolas públicas não nos permite nem ao menos ter salas informatizadas.
1.2. Segunda escola visitada – Escola Estadual.
1.2.1. Colégio visitado
A segunda escola visitada foi uma escola da Rede Estadual de Ensino que funciona no centro da cidade de Caxias.
1.2.2. Dia da visita.
A visita nesta escola foi realizada no dia 10 de novembro, das 14:00 as 16:00 horas do referido dia.
1.2.3. Sujeitos da pesquisa.
Foram abordados a pessoa do Diretor, a Coordenadora, professores, alunos e funcionários.
1.1.4 Lugares visitados.
Visitamos a secretaria, a cozinha, salas de aulas e área de lazer dos alunos, sala de leitura, laboratório de informática, entre outras repartições existentes na referida escola.
1.2.5. Diário de Campo.
A segunda escola visitada é uma Instituição da Rede Estadual de ensino, funciona no atendo alunos nos três turnos, sendo que no turno matutino oferecem turmas de 5ª série ao 3º ano do ensino médio, o prédio possui 18 salas de aulas, um laboratório de informática, refeitório, uma pequena quadra interna, secretaria, sala de professores, entre outras dependências.
Fomos recebidos pelo diretor da escola em sua sala, explicamos o motivo de nossa visita e conseguimos permissão para falar com todas as pessoas que nos interessássemos.
O diretor prestou algumas informações a respeito do projeto político pedagógico da escola, mas não nos permitiu o contato com o mesmo, alegando, ser um documento especial da escola.
Ao falarmos com professores podemos observar como as idéias deles se distanciam das do diretor. Perguntamos a estes sobre a presença de alunos com necessidades especiais e estes relataram que a escola conta com dois alunos especiais, nada tão grave, mas que sentem dificuldades em trabalhar com as diferenças destes alunos, pois um deles e surdo-mudo e o outro é cego, o primeiro faz o a 8ª série e o outro encontra-se na turma do 1º ano do ensino médio, falam que as dificuldades encontradas são muitas, mas que por outro lado estes alunos demonstram muito mais interesse em aprender que os outros ditos normais.
Quanto à participação da comunidade, a informação que tivemos é que esta é pouco participativa e que a desculpa é que os alunos que a escola atende não requer mais tanta atenção e os pais dos alunos participam apenas das reuniões que tratam das indisciplinas de seus filhos ou quando o professor solicita a presença de um pai ou outro de alunos que atrapalham o andamento das aulas.
Esta escola, ao contrario da primeira possui laboratório de informática atendendo a todos os alunos e são desenvolvidos projetos tanto pelos alunos como pelos professores, a referida escola inclui seus alunos na era digital.
CONCLUSÃO
Com as duas visitas realizadas pode se perceber que muita coisa precisa ser feita para que se possa mudar a realidade da educação de modo geral. E no que se refere à gestão democrática é coisa somente realizada no papel, pois as decisões são tomadas necessariamente pelos diretores sem maiores discussões com as partes interessada.
Outro ponto interessante é quanto a realidade das duas escolas não são muito diferentes no que se diz respeito à participação de pais e comunidade no ambiente escolar.
texto sobre capitulo 7 e 8 Jose Francisco P. Souza
Texto sobre capitulo 7 e 8 e texto complementar
A leitura dos textos nos remete a uma discussão sobre a organização escolar de um ponto de vista mais intimo à realidade da instituição que promove o ensino aprendizagem nos propiciando compreender melhor o funcionamento da instituição. Como se comporta cada individuo que participa do processo, como é a relação tempo/espaço na organização escolar, bem como funciona a administração da instituição.
Os indivíduos participantes do processo comportam se de acordo com a ária de atuação e a organização escolar, trata de planejar para que o desenvolvimento destes seja o melhor possível e assim tenham um rendimento Maximo.
A relação tempo/espaço é bem tratada para uma melhor compreensão, pois esta é uma das principais relações necessárias para realização de uma organização escolar e está presente na organização do cotidiano escolar, nas reuniões de: planejamentos, pais e mestre conselho de classe e outros. Por tanto podemos perceber a importância desta relação que está presente em todas as etapas do processo de organização escolar.
Como o processo de organização escolar é principalmente administrativo não poderíamos deixar de tecer um comentário sobre as diferentes formas de administração, administração essa que se caracteriza pela forma como se apresenta sua gestão que pode ser democrática ou autoritária.
A gestão democrática é a mais aceita pelo fato de trabalhar com a participação de todos os participantes do processo de ensino aprendizado (professor, zelador, grêmio estudantil, conselho etc.). Assim a gestão democrática deve acontecer na organização: Pedagógica, administrativa e didática pedagógica.
A leitura dos textos nos remete a uma discussão sobre a organização escolar de um ponto de vista mais intimo à realidade da instituição que promove o ensino aprendizagem nos propiciando compreender melhor o funcionamento da instituição. Como se comporta cada individuo que participa do processo, como é a relação tempo/espaço na organização escolar, bem como funciona a administração da instituição.
Os indivíduos participantes do processo comportam se de acordo com a ária de atuação e a organização escolar, trata de planejar para que o desenvolvimento destes seja o melhor possível e assim tenham um rendimento Maximo.
A relação tempo/espaço é bem tratada para uma melhor compreensão, pois esta é uma das principais relações necessárias para realização de uma organização escolar e está presente na organização do cotidiano escolar, nas reuniões de: planejamentos, pais e mestre conselho de classe e outros. Por tanto podemos perceber a importância desta relação que está presente em todas as etapas do processo de organização escolar.
Como o processo de organização escolar é principalmente administrativo não poderíamos deixar de tecer um comentário sobre as diferentes formas de administração, administração essa que se caracteriza pela forma como se apresenta sua gestão que pode ser democrática ou autoritária.
A gestão democrática é a mais aceita pelo fato de trabalhar com a participação de todos os participantes do processo de ensino aprendizado (professor, zelador, grêmio estudantil, conselho etc.). Assim a gestão democrática deve acontecer na organização: Pedagógica, administrativa e didática pedagógica.
texto sobre capitulo 7 e 8
Universidade Federal de Santa Catarina-UFSC
Universidade Virtual do Estado Maranhão-UNIVIMA
Curso de licenciatura em matemática
Disciplina: Organização escolar
Aluno: Antonio Jocélio da Silva Santos
Professor: Terezinha M. Cardoso e Ana M. B. de Sousa
pólo: Caxias
Resenha do livro de Paulo Freire
Pedagogia da autonomia
Capitulo 1
Paulo Freire faz referencia a pratica de educar como o ato de cozinhar ou velejar, onde você se aperfeiçoa através da pratica, se dedicando aos mais simples detalhes, para obter uma perfeita formação, porque quando você forma você se forma e ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidade para sua construção.Quando vivemos a autenticidade exigida pela pratica de ensinar- aprender participamos de experiências, política, ética e estética, ideologia, etc, e que a beleza deve se achar de mãos dadas com a decência e a sinceridade.. Sabemos que ainda e possível aprender de uma forma critica e, essa condição exige educadores e educando criadores de criticas, articuladores, tornando seres humanos humildes e persistentes. Também é papel de professor ensinar a pensar certo, quando ensinamos devemos mostrar não somente como se faz uma leitura, mas sim como se analisa um texto e compara com o mundo a sua volta, não devemos simplesmente sair repetindo o que lemos, mas analisando o que foi lido e onde o texto reflete na sociedade. Quando ensinamos pesquisamos porque o ensinar exige pesquisa, não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino.No mesmo momento que ensinamos devemos respeitar os nossos alunos, o seu conhecimento adquirido com sua experiência de vida. Ao ensinar podemos mostrar a realidade de sua própria sociedade, a poluição dos riachos e dos córregos e os níveis de bem-estar da população, os lixões e os riscos que oferecem à saúde das pessoas.Porque a escola não trabalha com os alunos o sistema político, mas o professor diz não porque escola não e partido deve-se ensinar apenas os conteúdos curriculares, estes operam por se mesmo. A criatividade não se dá de uma forma automática, mas através de muitas praticas e reflexões. Nós somos seres éticos pela capacidade de escolher, intervir, romper e ainda somos porque estamos sendo, não é possível pensar o ser humano longe da ética. O pensar certo é coerente e do ponto de vista pensar certo não é possível fazer de conta que não está vendo. A pratica conceituosa de raça, de classe, de gênero, ofende a substancia do ser humano e nega a democracia, porque pensar e fazer errado não tem nada a ver com o ser humano do pensar certo. Por isso é que na formação permanente dos professores, o momento fundamental é a reflexão e critica sobre a pratica e que a assunção de nós mesmos não significa a exclusão dos outros. E um gesto do professor pode ser muito significativo para o aluno em seu aprendizado. As condições estruturais e materiais da escola também são indispensáveis para a prática e aprendizado do educando.
Capitulo 2
O docente deve ter em mente que ensinar não é transferir conhecimento, mas para criar possibilidade para sua própria produção em sua construção. Por mais que me desagrado de uma pessoa não posso menosprezá-la com um discurso cheio de mim mesmo decretando sua incompetência é, muito cansativo viver e praticar a humildade, onde possamos reconhecer e superar os nossos próprios equívocos. A diferença entre o ser condicionado e o determinado é que sei que posso ir mais além dele e posso alcançar a possibilidade de ser inacabada, afinal a nossa presença no mundo não se faz de forma isolada, nem insentos das influencias sociais. Voltando um pouco as nossas reflexões anteriores percebemos que a teoria do inacabado nos tornou seres repensáveis em um mundo cheio de decisões, opiniões e liberdade não é possível estar no mundo sem fazer historia, política e sem ensinar, etc, sem idéia de formação , não é possível viver assim, e é na conclusão do ser que se sabe como tal que a educação se funda como um processo permanente, não foi a educação que fez mulheres e homens educáveis, mas a consciência da inconclusão é que gerou sua educação. Devemos exercitar a nossa capacidade de aprender e de ensinar quando mais sujeito e não puros objetos do processo nos façam.
O professor que desrespeita a curiosidade do aluno e manda ele se por em seu lugar transgride os princípios fundamentos éticos de nossa existência, e qualquer tipo de descriminação é imoral e lutar contra ela é um dever por mais que conheça a força dos condicionamentos a enfrentar.
Como posso falar de respeito ao educando se continuou ironizado, descriminado, e o encho com minha arrogância, deve-se mais respeito e atenção aos nossos alunos, porque todos os professores que passam por uma sala de aula deixam sua marca ou de bom, ou de ruim. Outro saber fundamental, a experiência educativa é o que desrespeita a sua natureza, como professores preciso mi mover com clareza na minha pratica e buscar esperança de que possamos melhora as nossas forma de trabalhar com os nossos alunos.
O mundo não é. O mundo esta sendo, como subjetividades curiosas, inteligentes, interferindo na objetividade do meu papel no mundo,mas de quem constata como sujeito de ocorrência, porque ninguém pode estar no mundo de uma forma neutra. É preciso que se fossa ainda muito mais, mudar o mundo é difícil, mas é possível, através da nossa ação política pedagógica, nos percebemos que quem pode melhorar as condições do trabalho do professor não faz nada para mudar a realidade do nosso ensino.
A alfabetização em área de miséria só ganha sentido na dimensão humana, se com ela, realiza-se uma espécie de psicanálise histórico-politico-social, porque onde quer que haja mulheres e homens há sempre o que ensinar, o que aprender. É necessário que o professor e aluno saibam que suas posturas são dialógicas, ou seja, aberta a curiosidade, indagadora e não apassivada.
. Capitulo 3
As qualidades essências que a autoridade docente democrática deve revelar em suas relações com seus alunos e segurança em se mesma. A segurança se funda na sua competência profissional. O papel da autoridade é fundamental no aprendizado do conteúdo e na construção da responsabilidade da liberdade que se assume, e no fundo, o essencial entre educador educando é a reinvenção do ser humano no aprendizado de sua autonomia, tanto posso saber o que não sei, como posso saber melhor o que já sei.
Não é possível exercer a prática do magistério como se nada ocorresse conosco, não posso ser professor sem me por diante dos alunos, sem suas apreciações, sem expor o meu pensar politicamente. A maneira como eles me percebem tem importância de grande relevância. Um outro saber específico do ser humano é saber que a educação é uma forma de intervenção no mundo, mas a educação não é uma tarefa apenas reprodutora da ideologia e desocultação da realidade. Paulo Freire aposta na liberdade para as tomadas de decisões, porque como posso ser eu mesmo se nunca tomo minhas próprias decisões. Os pais devem entender que o mundo futuro não é deles e sim de seus filhos. Perceba que se a educação não pode tudo, alguma coisa fundamental a educação pode. O que se quer demonstrar é que a educação não é uma força imbatível na trans formação da sociedade, não se pode pensar que através de uma palestra pode-se mudar o mundo, mas é uma maneira de tentar mudar.
A importância do silencio no espaço da comunicação é fundamental no entendimento e compreensão do que esta sendo comunicado, porque devemos nos comportar como sujeitos e não como objetos. Na verdade escutar não diminui em nada, só faz ter um pouco mais de cautela para situar minhas idéias. Uma das tarefas principais da escola como centro de produção sistemático de conhecimento, é trabalho crítico das coisas e dos fatos e a sua comunicação. Estamos diante de um futuro onde as máquinas tomaram de conta dos trabalhos, então teremos Marias e Pedros desempregados, não sabemos até onde isto pode ser verdade, mas estamos nas mãos dos políticos na tomada de decisões em como há este caso no futuro e a ciência nos diz que o negro é geneticamente inferior ao branco.
A pratica educativa é alegria, afetividade, capacidade cientifica e domínio técnico a serviço da mudança, ou lamentavelmente da permanência do hoje.
Universidade Virtual do Estado Maranhão-UNIVIMA
Curso de licenciatura em matemática
Disciplina: Organização escolar
Aluno: Antonio Jocélio da Silva Santos
Professor: Terezinha M. Cardoso e Ana M. B. de Sousa
pólo: Caxias
Resenha do livro de Paulo Freire
Pedagogia da autonomia
Capitulo 1
Paulo Freire faz referencia a pratica de educar como o ato de cozinhar ou velejar, onde você se aperfeiçoa através da pratica, se dedicando aos mais simples detalhes, para obter uma perfeita formação, porque quando você forma você se forma e ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidade para sua construção.Quando vivemos a autenticidade exigida pela pratica de ensinar- aprender participamos de experiências, política, ética e estética, ideologia, etc, e que a beleza deve se achar de mãos dadas com a decência e a sinceridade.. Sabemos que ainda e possível aprender de uma forma critica e, essa condição exige educadores e educando criadores de criticas, articuladores, tornando seres humanos humildes e persistentes. Também é papel de professor ensinar a pensar certo, quando ensinamos devemos mostrar não somente como se faz uma leitura, mas sim como se analisa um texto e compara com o mundo a sua volta, não devemos simplesmente sair repetindo o que lemos, mas analisando o que foi lido e onde o texto reflete na sociedade. Quando ensinamos pesquisamos porque o ensinar exige pesquisa, não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino.No mesmo momento que ensinamos devemos respeitar os nossos alunos, o seu conhecimento adquirido com sua experiência de vida. Ao ensinar podemos mostrar a realidade de sua própria sociedade, a poluição dos riachos e dos córregos e os níveis de bem-estar da população, os lixões e os riscos que oferecem à saúde das pessoas.Porque a escola não trabalha com os alunos o sistema político, mas o professor diz não porque escola não e partido deve-se ensinar apenas os conteúdos curriculares, estes operam por se mesmo. A criatividade não se dá de uma forma automática, mas através de muitas praticas e reflexões. Nós somos seres éticos pela capacidade de escolher, intervir, romper e ainda somos porque estamos sendo, não é possível pensar o ser humano longe da ética. O pensar certo é coerente e do ponto de vista pensar certo não é possível fazer de conta que não está vendo. A pratica conceituosa de raça, de classe, de gênero, ofende a substancia do ser humano e nega a democracia, porque pensar e fazer errado não tem nada a ver com o ser humano do pensar certo. Por isso é que na formação permanente dos professores, o momento fundamental é a reflexão e critica sobre a pratica e que a assunção de nós mesmos não significa a exclusão dos outros. E um gesto do professor pode ser muito significativo para o aluno em seu aprendizado. As condições estruturais e materiais da escola também são indispensáveis para a prática e aprendizado do educando.
Capitulo 2
O docente deve ter em mente que ensinar não é transferir conhecimento, mas para criar possibilidade para sua própria produção em sua construção. Por mais que me desagrado de uma pessoa não posso menosprezá-la com um discurso cheio de mim mesmo decretando sua incompetência é, muito cansativo viver e praticar a humildade, onde possamos reconhecer e superar os nossos próprios equívocos. A diferença entre o ser condicionado e o determinado é que sei que posso ir mais além dele e posso alcançar a possibilidade de ser inacabada, afinal a nossa presença no mundo não se faz de forma isolada, nem insentos das influencias sociais. Voltando um pouco as nossas reflexões anteriores percebemos que a teoria do inacabado nos tornou seres repensáveis em um mundo cheio de decisões, opiniões e liberdade não é possível estar no mundo sem fazer historia, política e sem ensinar, etc, sem idéia de formação , não é possível viver assim, e é na conclusão do ser que se sabe como tal que a educação se funda como um processo permanente, não foi a educação que fez mulheres e homens educáveis, mas a consciência da inconclusão é que gerou sua educação. Devemos exercitar a nossa capacidade de aprender e de ensinar quando mais sujeito e não puros objetos do processo nos façam.
O professor que desrespeita a curiosidade do aluno e manda ele se por em seu lugar transgride os princípios fundamentos éticos de nossa existência, e qualquer tipo de descriminação é imoral e lutar contra ela é um dever por mais que conheça a força dos condicionamentos a enfrentar.
Como posso falar de respeito ao educando se continuou ironizado, descriminado, e o encho com minha arrogância, deve-se mais respeito e atenção aos nossos alunos, porque todos os professores que passam por uma sala de aula deixam sua marca ou de bom, ou de ruim. Outro saber fundamental, a experiência educativa é o que desrespeita a sua natureza, como professores preciso mi mover com clareza na minha pratica e buscar esperança de que possamos melhora as nossas forma de trabalhar com os nossos alunos.
O mundo não é. O mundo esta sendo, como subjetividades curiosas, inteligentes, interferindo na objetividade do meu papel no mundo,mas de quem constata como sujeito de ocorrência, porque ninguém pode estar no mundo de uma forma neutra. É preciso que se fossa ainda muito mais, mudar o mundo é difícil, mas é possível, através da nossa ação política pedagógica, nos percebemos que quem pode melhorar as condições do trabalho do professor não faz nada para mudar a realidade do nosso ensino.
A alfabetização em área de miséria só ganha sentido na dimensão humana, se com ela, realiza-se uma espécie de psicanálise histórico-politico-social, porque onde quer que haja mulheres e homens há sempre o que ensinar, o que aprender. É necessário que o professor e aluno saibam que suas posturas são dialógicas, ou seja, aberta a curiosidade, indagadora e não apassivada.
. Capitulo 3
As qualidades essências que a autoridade docente democrática deve revelar em suas relações com seus alunos e segurança em se mesma. A segurança se funda na sua competência profissional. O papel da autoridade é fundamental no aprendizado do conteúdo e na construção da responsabilidade da liberdade que se assume, e no fundo, o essencial entre educador educando é a reinvenção do ser humano no aprendizado de sua autonomia, tanto posso saber o que não sei, como posso saber melhor o que já sei.
Não é possível exercer a prática do magistério como se nada ocorresse conosco, não posso ser professor sem me por diante dos alunos, sem suas apreciações, sem expor o meu pensar politicamente. A maneira como eles me percebem tem importância de grande relevância. Um outro saber específico do ser humano é saber que a educação é uma forma de intervenção no mundo, mas a educação não é uma tarefa apenas reprodutora da ideologia e desocultação da realidade. Paulo Freire aposta na liberdade para as tomadas de decisões, porque como posso ser eu mesmo se nunca tomo minhas próprias decisões. Os pais devem entender que o mundo futuro não é deles e sim de seus filhos. Perceba que se a educação não pode tudo, alguma coisa fundamental a educação pode. O que se quer demonstrar é que a educação não é uma força imbatível na trans formação da sociedade, não se pode pensar que através de uma palestra pode-se mudar o mundo, mas é uma maneira de tentar mudar.
A importância do silencio no espaço da comunicação é fundamental no entendimento e compreensão do que esta sendo comunicado, porque devemos nos comportar como sujeitos e não como objetos. Na verdade escutar não diminui em nada, só faz ter um pouco mais de cautela para situar minhas idéias. Uma das tarefas principais da escola como centro de produção sistemático de conhecimento, é trabalho crítico das coisas e dos fatos e a sua comunicação. Estamos diante de um futuro onde as máquinas tomaram de conta dos trabalhos, então teremos Marias e Pedros desempregados, não sabemos até onde isto pode ser verdade, mas estamos nas mãos dos políticos na tomada de decisões em como há este caso no futuro e a ciência nos diz que o negro é geneticamente inferior ao branco.
A pratica educativa é alegria, afetividade, capacidade cientifica e domínio técnico a serviço da mudança, ou lamentavelmente da permanência do hoje.
sábado, 29 de novembro de 2008
SÍNTESE - Álamo Pimentel
No texto: Escola, educação e gestão da vida, de Álamo Pimentel enfoca a respeito do conceito de escola e sua complexidade. Acredita-se que nossa sociedade ver a escola como um espaço privilegiado de gestão de conhecimento e ver a educação como um instrumento para a regulação, produção, controle e distribuição do conhecimento. Com este pensamento percebe-se que devemos ter em mente que a escola seja um local de transformação e como centro das relações dos indivíduos.
Outro ponto a considerarmos importante é o fato fundamental de que devemos conhecer a legitimidade das experiências múltiplas que se vive dentro da escola e saber que a legitimidade de cada presença humana em sua singularidade deve ser valorizada no ambiente escolar. Devemos valorizar as diferenças como um desafio básico para uma experiência pedagógica comprometida com a construção e emergência de novos valores que tornem indissociável em nossas práticas pedagógicas sobretudo como prática da vida.
Para o autor assim como na vida, a presença humana vive uma constante transformação e estas são sofridas individualmente e no coletivo, mudando os espaços de convivência de forma descontinua dinamizando o ato de aprender e de ensinar a cada dia.
A educação incide positivamente sobre a existência humana. Neste enfoque, a educação passa a ser cultural no qual são produzidas as condições de existência do ser humano e na forma como ele produz sua condição de existência.
Neste contexto existe a preocupação com um paradigma educacional de se buscar conhecer a legitimidade da vida como inspiração para a escola e os demais modelos de instituições educativas.
A escola é o espaço de transformação e de mudanças, as quais deve fazer do individuo um ser racional, crítico e acima de tudo humano.
Outro ponto a considerarmos importante é o fato fundamental de que devemos conhecer a legitimidade das experiências múltiplas que se vive dentro da escola e saber que a legitimidade de cada presença humana em sua singularidade deve ser valorizada no ambiente escolar. Devemos valorizar as diferenças como um desafio básico para uma experiência pedagógica comprometida com a construção e emergência de novos valores que tornem indissociável em nossas práticas pedagógicas sobretudo como prática da vida.
Para o autor assim como na vida, a presença humana vive uma constante transformação e estas são sofridas individualmente e no coletivo, mudando os espaços de convivência de forma descontinua dinamizando o ato de aprender e de ensinar a cada dia.
A educação incide positivamente sobre a existência humana. Neste enfoque, a educação passa a ser cultural no qual são produzidas as condições de existência do ser humano e na forma como ele produz sua condição de existência.
Neste contexto existe a preocupação com um paradigma educacional de se buscar conhecer a legitimidade da vida como inspiração para a escola e os demais modelos de instituições educativas.
A escola é o espaço de transformação e de mudanças, as quais deve fazer do individuo um ser racional, crítico e acima de tudo humano.
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